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sexta-feira, 31 de julho de 2009

CLARIDADE

Encontrei uma Clarisse
cuja clareza e meiguice
diante de uma tolice
consolou, encaminhou.

Encontrei uma Clarisse
cuja boca me disse
pra que não me aborecesse
e deixasse o perdão chegar.

Encontrei uma Clarisse
cujo sorriso quem visse
deixava a zanga passar.

Encontrei uma Clarisse
cujos olhos, quem visse,
jamais esquecerá...

[Adhemar - Santo André, 15/12/2008]

Claríssima

Para alguém que me atendeu por causa e durante um aborrecimento por motivos puramente materiais (o aborrecimento, no caso). Além de encaminhar o problema para sua simples solução, ainda desarmou a ira tola e inútil que ia se formando em mim. Valeu, então.

Adhemar, 31/07/2009.

2 comentários:

finityster disse...

Adhemar,
Amei a singeleza desses versos.
Parabéns,
Adir

Adh2bs disse...

Comentário por isa — sábado, 1 de agosto de 2009 (09:18:33)
Olá meu amigo… depois de algum tempo afastada, reencontro aqui no seu espaço, tanta coisa linda!!! Muito bom isso…
Quanto a mim, ouso fazer minhas as palavras de um outro grande amigo, o Fernando, que traduz exatamente o meu momento atual:
INTROSPECÇÃO
Não quebrei o meu teclado…
Não rompi com as letras…
E nem deixei de rabiscar…
Só estou me sentindo vazio…
Então me encolhi em meu canto…
E estou deixando o tempo passar…
Fernando Amaral
Bjs e ótimo fim de semana

Comentário por Tatiana — quarta-feira, 5 de agosto de 2009 (18:45:28)
Será que a Clarisse imaginou que ganharia um poema?
Bjs,
Tati.