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sábado, 25 de julho de 2009

CULPADO

Por que me olhas com teus olhos claros, transparentes?
Por que balanças os cabelos com tanta graça e cadência?
Por que te afastas levando o ar colorido em torno de ti?

Onde começa, onde termina essa febre de indagações sutis,
suspeitas, acusadas de um crime?
Por que essa busca para concluir que um crime perfeito
foi feito de forma magistral e sublime?
E por que o culpado se acusa,
se recusa a ficar na sombra?

E fica de olhos tranquilos,
encarando teus olhos claros, transparentes, investigativos...
E sorri ao ver teus cabelos
balançando com graça e cadência, tão diferentes...
E te seguindo quando te afastas
rebocado pelo ar colorido em torno ti...

[Adhemar - São Paulo, 20/06/2005 e 20/06/2009]

Acusado

Curiosamente, este texto foi iniciado em 20/06/2005. E justo hoje, quando procurava algo para postar no blog, achei o fragmento de papel onde estavam registradas as três primeiras frases e resolvi terminá-lo porque a sequência surgiu espontânea.

Adhemar, 20/06/2009

Condenado!

... E, sabe-se lá porquê, tive de interromper a transcrição no dia 20/06/2009, porisso este texto está sendo postado hoje!

Adhemar, 25/07/2009

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