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segunda-feira, 22 de março de 2010

REALIDADE EM CHEQUE


A percepção distorcida e subjetiva
nas mínimas decepções se manifesta.
É preciso pensar de forma ativa
e assumir os sentidos que se empresta.

Se empresta das nossas sensações,
da nossa intuição imediata
que reflete certas profundas razões
do coração, de forma correlata.

Nossa opinião formada e emitida
é lapidada por quanta informação
chegar, de forma corrigida,
para influir em cada decisão...

Passam os fatos, minis-decepções,
que se acumulam até não mais poder.
Ficam perguntas, ficam dúvidas e questões
que, de repente, não sabemos resolver.

É sempre assim, desde o nunca antes do nada
que nós, humanos, criamos o problema
insolúvel - do mistério da existência assinalada -
e que também não resolvi neste poema...

[Adhemar - Santo André, 03/10/2008]

Realidade em choque

"Minis-decepções"??? Desde o nunca antes do nada!!!

Adh, 22/03/2010.

6 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Aliás, a existência não se resolve com uma só existência.
Abração

Gabriela Domiciano disse...

caiu como uma luva esse poema hoje pra mim!!
Mts dúvidas, pouca solução!!!

Obrigada por sempre passar lá no meu blog e ler minhas palavras!!

abraços!!

C@urosa disse...

Olá meu poeta amigo Adhemar, eu gostei muito, principalmente do "É preciso pensar de forma ativa" a partir daí a percepção de mundo se torna muito interessante e prazerosa.

forte abraço

C@urosa

Edson Carmo disse...

Tem uma surpresa para você no meu blog.

Veja esse post:

http://edsoncarmo-amor.blogspot.com/2010/03/premio-dardos.html

Parabéns!

Edson Carmo

ARFERLANDIA disse...

A poesia brota do nada e traz tudo,
Não se constrói, nem se arquitecta.
Para a criar não é preciso "canudo"
è do sentir, não se projecta.

Mas gostei desta sua construção.

Um abraço

ARFER

Adh2bs disse...

Trazido do outro blog:

Comentário por Selma Barcellos — quarta-feira, 24 de março de 2010 (13:51:40)
Em choque ou em cheque, este blog ficou o máximo com o novo visual.
Nunca comentei, mas tinha a sensação de arame farpado no antigo… A sorte era que, para além do arame, havia uma doçura e uma sensibilidade sem fim.
Beijocas mil!!!