Continuo tentando ser um cronista, um narrador para além das próprias necessidades. Um contador de histórias interpretadas, reais ou imaginárias, com algum senso de humor.
Continuo acompanhado de certas idéias que mudam de roupa mas são sempre as mesmas, vou desfiando meu rosário de asneiras incrementando com acessórios, enfeites, decalques mas respeitando o assunto central.
É certo que tento algumas variações com pretensões de ser original; é certo que enveredo por ramificações ou vertentes, ou pego o lado paralelo das bifurcações (mesmo que elas não os tenham). Logicamente que tento iludir criando certas distrações como no título, ou simplesmente o local e a data.
Claramente percebo que, tentando ser um cronista, um poeta ou simplesmente um escritor posso até ficar bem feliz; mas não passo de um amador...
[Adhemar - Milão, 15/04/2010]











