Pesquisar este blog

domingo, 19 de setembro de 2010

JOGO DE CONTAS

Divisível por três,
uma aposta;
o fim do primeiro mês,
a lista.
Tem quem gosta.

O quarto verso não rima,
se perde no meio,
se afirma,
mas fica bem à vista,
se enrola no enleio.

A recompensa dobra o prêmio.
O calor não esfria.
Em pleno terceiro milênio,
a conquista;
no meio da feira, a bacia!

A água ferve a cem graus
ou será o contrário?
Quem ascender cem degraus
- equilibrista -
dominará o cenário.

Uma variação decimal;
desse mal se vai através.
O homem, matemático animal,
é um artista
num feliz dois mil e dez...

[Adhemar - São Paulo, 08/01/2010]


2 comentários:

C@urosa disse...

Olá poeta amigo Adhemar, desafiador e reflexivo, e o homem que conta, matemático animal, às vezes esquece de ser um afetivo animal. Que bom seria se acontecesse a harmonia total?


forte abraço

C@urosa

Wanderley Elian Lima disse...

Seria racional e frio? Um homem conectado com o seu tempo.
Abração