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sábado, 11 de setembro de 2010

PROFUNDAS


Contemplo o céu
e suas infinitas gradações de azul.
Como a paz,
a meditação e a paciência.

O oceano...
E suas infinitas gradações de verde.
Como a esperança,
a floresta e a verdade.

A bruma;
e suas infinitas gradações de branco.
Gradações de branco?
Como a névoa,
a neve e a memória...

[Adhemar - São Paulo, 14/07/2004]

3 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Lindo. Simples assim.
Bjux

LUmeNA disse...

Belíssimo poema.

Abraços,
Lumena

Adh2bs disse...

Comentário por Tainá — sábado, 11 de setembro de 2010 (14:58:10)
E com as infinitas gradações de branco de minha memória, deixo aqui, humildemente, meu novo endereço.
É bem vindo, como sempre.