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domingo, 29 de julho de 2012

CONSTELAÇÕES

Um risco,
na ponta do instrumento;
curva no mapa, 
corte no vidro.
Uma falsa impressão,
sem ouvido;
Uma falsa visão,
risco branco...

Um traço unindo estrelas.
Um risco no espaço,
um falso brilho, 
um refugo;
um cansaço!
Um intérprete atrevido,
um vento brando.
Imenso mar esquecendo,
um oceano espelhando...

[Adhemar - São Paulo, 06/04/2010]

Um comentário:

Selma Barcellos disse...

Eitaaaaaaa... Uma dos mais belos poemas que li por cá, sr. Adh! Amei!!!

Beijocas!