De noite encontrei a saudade
novamente morando em mim.
Pediu abrigo humildemente
e se instalou como quis.
Abriu as janelas do peito
e pôs-se a cantar feito louca;
crescendo nos dissabores
até que ficou rouca.
O vento que vinha do mar
levou os gritos da saudade;
saudade que eu quis afogar
mas que voltou pra ficar...
P/ BSF
[Adhemar - Aracaju, 29/01/1988]
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