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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

COQUEIROS

Coqueiros do jardim do Atlântico, Ilhéus-BA, janeiro/2008.
ACHADO
"Entre tantos registros dispersos achei um espaço. Um espaço pulado por engano ou distração. Na distração, um abandono: o do espaço branco vazio, vazio de emoção. Na emoção, um espanto, um espasmo, um fantasma. Um fantasma das fantasias, alegorias burlescas, carnavalescas, impunes. Impune o coração, as ações na bolsa do amor. No amor, as verdadeiras razões do hiato, ato falho, paixão. Paixão pela vida, pela mulher tão ao lado, alado na comoção. E a comoção do momento, do intento sincero e fato. De fato, o imenso aborrecimento de encontrar na releitura esse espaço abandonado; abandonado em branco, como um vazio momento no tempo decurso de de vida. Da vida levando certezas, concluída na estranha toada do escriba que vez por outra se engana. Se engana mas retorna e reencontra um buraco onde cabe alguma emoção esquecida… Como esta folha em branco finalmente preenchida."
[Adhemar - S. Paulo, 16/02/2008]

Um comentário:

Adh2bs disse...

COMENTÁRIOS NO ORIGINAL:

Comentário por Isa — quinta-feira, 3 de abril de 2008 (06:30:11)
emoções esquecidas e ou relembradas serão sempre alimento para a alma…
Bom dia!!!

Comentário por AABS — quinta-feira, 3 de abril de 2008 (19:12:06)
Perdido e Achado
Primeiro a gente perde. Depois acha. Perdemos pessoas e coisas ao longo do tempo. Achamos pessoas e coisas durante este mesmo tempo. Prosseguimos no perder e achar, achar e perder, advindo a aventura de viver. Esta sim, nunca perdida, mas sempre achada.