Impressões pessoais e a sutileza que entremeia diferentes expressões destas artes: a arquitetura da poesia e a poesia da arquitetura! Vida. (Imagem: Vista Urbana 1 - Desenho & foto: Adh2bs)
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
MECÂNICA
Um peso pendurado num eixo,
um pêndulo;
balança de dois braços
e um dinamômetro.
Um frio contrapeso
por um fio "contrapreso".
Liberdade limitada
pelo fim assinalado;
Trajetória curta,
peso controlado.
Balança de dois pratos,
potes,
tubos de ensaio.
Um laboratório equipado.
Água na bancada,
banco rotatório,
contagiros, geiger,
giros contados.
Contatos, contatores,
lapsos, episódios.
Outros experimentos,
novos relatórios.
Um êmbolo, um reagente,
um frasco delicado;
uma geladeira quente,
um forno resfriado.
Um amor,
uma enfermeira,
um passado.
[Adhemar - São Paulo, 15/03/2004]
Física...
Isso é que dá soltar poeta em laboratório...
Adhemar, 01/10/2008.
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Um comentário:
Comentário por Laiz — quinta-feira, 2 de outubro de 2008 (08:40:06)
eh isso que dá mesmo…
faz poesia de infimos detalhes.
Beijos!
Belo!
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