Foi num repentino impulso
que não custou muito
que se repetiu:
olhei pra trás, alguém caiu.
que não custou muito
que se repetiu:
olhei pra trás, alguém caiu.
Foi num curto palavrão,
cheio de chão
me levantei;
na minha roupa eu me rasguei.
cheio de chão
me levantei;
na minha roupa eu me rasguei.
Meio mancando
eu fui andando
e a não tropeçar de novo
segui tentando.
eu fui andando
e a não tropeçar de novo
segui tentando.
Até que, numa reviravolta,
você de volta,
se repetiu:
olhei pra trás, alguém caiu!
você de volta,
se repetiu:
olhei pra trás, alguém caiu!
[Adhemar - Santo André, 31/05/2007]
Um comentário:
Comentário por Hellinho Ferreira — segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (11:58:54)
Saudações mestre…
Cainduu, levantanduu e nunca desistindo… assim segue “nois”…
Abraçuss
Comentário por Érica — segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (13:48:34)
Epa! Segura!
Como dizem, “se cair, do chão não passa” rsrsr..
Tudo muito belo como sempre por aqui.
Abração
ótima semana!
Comentário por caurosa — segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (18:58:39)
Olá meu amigo poeta Adhemar, a que nos consola depois da queda, é momento do levantar-se para seguir na nossa árdua caminha na busca a felicidade. Garças ao nosso bom Deus.Muito bom.
Muita luz, harmonia e inspiração em sua vida.
Forte abraço
caurosa
Comentário por Gaby — terça-feira, 16 de dezembro de 2008 (14:22:40)
Olá…
se cair só tem que levantar e seguir em frente
até a Madona cai né…
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