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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

SOB A CHUVA

Sob o guarda chuva das palavras insistentes,
“para enganar o tédio”,
surge uma prosa poética
sólida como um prédio,
suave como água corrente
escorrente dos temporais.
Esse tempo insistente
parece chato e doente
porém, não voltará mais.
E as palavras impressas,
eternas, necessárias, sem pressa,
vão ficar para sempre
desatadas da garganta,
dos punhos, do pensamento…
Achadas por um momento,
enfermas por um instante,
tratadas no sentimento
e de novo insistentes,
refratárias, circunstantes…
P/ Gabriela Domiciano (do blog “Devaneios”)
[Adhemar - São Paulo, 01/02/2009]
Guarda-chuva
Tenho ainda vários escritos originados de comentários e postagens em outros blogs desse nosso círculo tão interessante de afinidades, inclusive mais antigos do que estes que já foram mostrados.  Aos poucos eles irão aparecendo… E quem sabe outros mais não irão se sucedendo? Alguém sempre diz algo que nos intriga ou nos faz pensar e gerar uma reflexão escrita. Desde já vou agradecendo aos inspiradores…
Adhemar, 28/03/2009

Um comentário:

Adh2bs disse...

Comentário por Ylago Blanco — sábado, 28 de março de 2009 (13:10:44)
Olá Adhemar…
O escritor é um crítico. E quando alguém diz algo que nos intriga, dá “briga”, uma guerrinha de palavras, uma briguinha que revela os grandes pensadores e poetas… E tu te encaixa perfeitamente nesta peleia.
Isso tudo é maravilhoso!
Parabéns…
Abraço.