Tantas vezes eu te vejo tão de perto, tão perto…
E de vez em quando tão de longe, tão longe…
Dando um adeusinho sorridente
e virando um pontinho no horizonte…
E de vez em quando tão de longe, tão longe…
Dando um adeusinho sorridente
e virando um pontinho no horizonte…
Às vezes eu te vejo tão linda, tão linda
e de longe pareces tão feliz…
e de longe pareces tão feliz…
Tantas vezes tua imagem foi sumindo,
diminuindo até um muito tempo.
De repente, numa imagem instantânea,
me apareces tão mais triste, tão aqui.
diminuindo até um muito tempo.
De repente, numa imagem instantânea,
me apareces tão mais triste, tão aqui.
Na pulsação do peito tão sublime, soberana,
quase engana à luz, ao ar e ao sentimento.
Longe ou perto, te sentindo a todo instante,
não irás nunca habitar o esquecimento!
quase engana à luz, ao ar e ao sentimento.
Longe ou perto, te sentindo a todo instante,
não irás nunca habitar o esquecimento!
P/ SHFC
[Adhemar - São Paulo, 11/05/1987]
[Adhemar - São Paulo, 11/05/1987]
Um comentário:
Comment by Hellinho Ferreira — Wednesday, 17 de September de 2008 (01:00:46)
Belo, belo texto. É de 1987? Já vi que o talento te acompanha a bastante tempo!!! Fik com Deus!!!
Comment by Laiz Mara — Wednesday, 17 de September de 2008 (09:56:54)
Hummm..."não irás nunca habitar o esquecimento..." linda frase. Desculpa a distancia, estou sem internet. Mas entrei hj para retribuir a visita e comentários. ;) Beijos. Bela semana pra vc!
Comment by Daisy — Wednesday, 17 de September de 2008 (10:44:10)
É uma aura "relaxante" quwe encontro quando leio seus textos. Disse, outro dia, para uma amiga minha: que yoga que nada, leia Adhemar!. Não canso de ler sua alma! Grande abraço. Daisy
Comment by Nã — Friday, 19 de September de 2008 (13:13:58)
Como vc consegue escrever gostoso assim??? Parabéns!! E, quanto ao medo, acho que somos 2 mil, 2 milhões... não dois apenas. Obrigada pela visita e bom final de semana!
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