O amor, ah! O amor,
de que tanto se fala...
Gostar daquela mala sem alça,
xingar, apostrofar
e chamá-la ou chamá-lo de volta...
O amor...
Sua alma descalça,
a fé, a crença e a dor.
Amor, oh! Amor,
felicidade bendita,
norma de conduta não escrita,
coração, fidelidade...
Amor, palavra tão curta,
tão breve e profunda;
mesmo sussurrada se escuta
e o espírito de lágrimas se inunda...
Amor, amor, amor.
Na doçura e na doença,
na mágoa e na desavença,
na ventura e no calor.
Amor é o apelido da amada,
do amado, querido e querida.
Amar traz a alma enlevada
pois amar é a própria vida!
[Adhemar - São Paulo, 16/07/2008]
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