Portas que se abrem,
partes que se partem.
Mãos vazias -
levantadas -
um balanço que importa.
Mãos distantes,
lenços brancos que se agitam;
versos livres que acenam
despedidas imprevistas,
palpitações de adeus.
Ares que se navegam,
mãos que se importam,
chamadas atendidas,
flores que se abrem.
Portas que desabrocham,
mãos que sangram...
[Adhemar - Sobrevoando a Argentina, 02/01/2015]
Estátuas em Renca, Chile (foto: Adh2bs)
Videiras em Cucaraví, Chile (foto: Adh2bs)
Casas azuis em Casablanca, Chile (foto: Adh2bs)
Concha y Toro, vinhedo (foto: SM)
Concha y Toro, sede (foto: SM)
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