Quanto branco diante,
do qual um
tanto comandante...?
À marcha
incitem do adiante,
a mancha de um
tanto,
muito sangue...
A energia da
sanha distante,
que gasta tanto
diamante...
Quantos dias
inebriantes,
perfumes
derramados tanto,
desperdiçados...
A fúria dos
elementos antes,
numa força
extrema tanta,
problema...
O céu vermelho
clamante
e tão
tempestuoso, tanto,
ciclone...
Quantos ondes,
portanto,
estamos
estacionando?
Quanto?
Quantos tantos?
[Adhemar - São Bernardo do Campo, 29/09/2016]