Um canto solitário para pensar na vida.
Outra encruzilhada após tanto esforço.
Outra bola dividida.
Muita apreensão e angústia, muito suor no rosto.
Outra encruzilhada após tanto esforço.
Outra bola dividida.
Muita apreensão e angústia, muito suor no rosto.
Um frio na espinha, uma dor de barriga.
Mais uma esquina da vida arbitrária.
Menos um mapa e uma intriga:
todo mundo indo pra lá, a gente na mão contrária.
Mais uma esquina da vida arbitrária.
Menos um mapa e uma intriga:
todo mundo indo pra lá, a gente na mão contrária.
Um produto pronto, projetado, acabado, pensado.
Uma idéia tonta, imutável até outra maior oferta.
Mais uma dúvida, fardo pesado.
Mais uma porta fechada que a gente não viu quando aberta.
Uma idéia tonta, imutável até outra maior oferta.
Mais uma dúvida, fardo pesado.
Mais uma porta fechada que a gente não viu quando aberta.
Uma filosofia especialmente desenvolvida.
Mais uma justificativa, mais um escudo pra gente.
Outra razão reprimida,
muita apreensão e angústia, muita mágoa de repente.
Mais uma justificativa, mais um escudo pra gente.
Outra razão reprimida,
muita apreensão e angústia, muita mágoa de repente.
Um canto solitário pra avaliar o fracasso.
Uma bobeira desalentada, nó desatado sem laço.
Outro tropeço num passo
e muita alegria otimista de um triste palhaço.
Uma bobeira desalentada, nó desatado sem laço.
Outro tropeço num passo
e muita alegria otimista de um triste palhaço.
[Adhemar - Sto. André, 13/10/2008]





