São tantas ambiguidades todos os dias que os impasses sutilmente se acumulam. Formatam-se situações que exigem perspicácia, reflezão e ações; planejamento, decisão e... Ações!
Tomamos as decisões após muita reflexão oriunda da percepção do enredo, do entorno, da situação. Mesmo que grosso modo, planejamos ou estruturamos nossos afazeres para seguir adiante com a vida, mesmo conscientes das consequências do que estamos fazendo. Nem sempre é exatamente o que queremos mas, por certo é o melhor que podemos para o momento, pra gente.
De repente, mudam os ventos. Pequenas questões relacionadas a uma intrincada rede de acontecimentos e pessoas nos atinge bem no meio do caminho escolhido, da resolução em plena prática de execução. Questões que mereceriam uma nova apreciação, apesar que não deveriam afetar as mudanças em curso. Surgem dilemas éticos, humanitários até, mas em que os últimos elementos a serem satisfeitos somos nós mesmos; e tornam-se injustos - esses dilemas - posto que sempre ao longo de toda a nossa enorme caminhada decidimos pelo que beneficiava outrem. Sempre! Mas hoje nos cabe perguntar: isso é generosidade, burrice ou acomodação?
Façam suas apostas.
[Adhemar - Santo André, 04/09/2008]